Associação Missionária Internacional








Em 1993 nasceu a Associação Missionária Internacional Gideões Missionários para servir de canal no envio e adoção de missionários. A promoção do Reino de Deus é a razão de ser da nossa vida, a exemplo de Jesus (Mateus 4.17), de João Batista (Mateus 3.2) de Paulo (Gálatas 2.20) e de tantos outros. Para isso o Senhor tem levantado homens e mulheres cheios do Espírito Santo para estarem no campo missionário, em vários países, na frente da batalha pelo Evangelho. Nosso desejo é que a Igreja seja verdadeiramente um celeiro de missionários e bênçãos para todas as nações da terra, especialmente junto aos povos ainda não-alcançados pelo Evangelho.
Despertar vontades, consciências e compromissos, visando alcançar os não-alcançados com o Evangelho de Jesus Cristo.
Missões é o ministério que a Igreja desenvolve, além de suas fronteiras físicas e culturais. Seu propósito é cumprir a Grande Comissão, proclamando com fidelidade e de modo contextualizado o Evangelho, fazendo discípulos.
Em todo o lugar onde o senhorio de Jesus não penetrou. (At 1.8).
O instrumento para realizar esta tarefa é a Igreja (At 13. 1-4).
A situação espiritual do homem gera uma urgência que exige a rápida proclamação do Evangelho, entre todas as nações e para todas as pessoas. Este é o nosso chamado, nosso comando, nossa razão, nossa autoridade e nossa urgência.
A grandeza da tarefa de alcançar cada tribo, povo e nação é gigantesca. Para executá-la antes que Jesus venha, só há uma forma: mobilização total e prioridade absoluta. Para isto, a AMIGM desenvolve uma campanha denominada Mobilização Missionária. Esta campanha tem o objetivo de mobilizar as igrejas e todos aqueles que amam missões, a canalizarem seu entusiasmo e apoio aos projetos já estabelecidos no Brasil e exterior.
São pontes entre o desejo e a realidade. Os projetos nascem da necessidade, de entrar numa realidade e mudá-la.
É um esforço conjunto e contínuo da Igreja para comunicar a mensagem do Evangelho.
Nem todos podem ir, nem todos podem ofertar, mas todos podem orar. A obra missionária duradoura e concreta é cumprida de joelhos. Tão importante quanto enviar missionários é sustentá-los em oração. Através da oração podemos alterar toda a situação espiritual desfavorável à pregação do evangelho em qualquer parte do mundo. “Quando o homem trabalha, o homem trabalha. Quando o homem ora, Deus trabalha.” Que Deus conceda a igreja hoje o espírito de lutar em oração pelo reino de Cristo no mundo.
A água da vida é de graça, mas é preciso encaná-la para fazê-la chegar onde há necessidades. As mãos que dão, são os missionários mantenedores, que contribuem efetivamente para que possamos enviar e dar manutenção aos que vão levar a água da vida aos necessitados. “Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama quem dá com alegria (II Co 9:7).”
São os missionários propagadores das Boas Novas de Salvação. “Como são belos nos montes os pés daqueles que anunciam boas novas, que proclamam a paz, que trazem boas notícias, que dizem a Sião: O seu Deus reina!(Is 5:7)”. O missionário organiza e dispõe suas energias, seu tempo e seus dons em favor da missão. É alguém que caminha pelas estradas do povo, que escuta, vê, sente as alegrias e dores, os sonhos e derrotas, abrindo sempre caminhos de esperança.
É o resultado da mobilização missionária da Igreja, através dos joelhos que se dobram, das mãos que dão e dos pés que vão. Deus convocou e constituiu a Igreja, a fim de que ela seja a proclamadora da salvação. Para que esses objetivos sejam alcançados é necessário disponibilidade, generosidade e desprendimento. Sem uma destas três ações a obra missionária não pode ser realizada.
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